CONFUSÃO – Advogada acusa presidente da OAB-AL de difamação

A advogada Adriana Mangabeira Wanderley, que denunciou suposto esquema de corrupção, mas precisamente venda de decisões judiciais, vem sofrendo ataques sistemáticos de várias autoridades que compõem a Justiça do Estado de Alagoas.

Agora foi a vez de presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB-AL). Num processo aviado em face da advogada, o presidente da OAB-AL Nivaldo Barbosa Júnior, não poupou a advogado e triatleta referindo-se a ela como louca e dependente química.

Nivaldo é acusado de ser sócio do presidente do Tribunal de Justiça, Tutmés Airan, que por sua vez já desferiu ofensas graves a Adriana, fatos que estão sendo objeto de processos de representação no CNJ.

Consultada pelo site, a advogada disse que tomou as providências judiciais de praxe, já em trâmite na décima Vara Criminal no Fórum de Maceió.

Ela ainda afirma que essa atitude sórdida tem como fim constrangê-la na sua condição de mulher indagando a condição ética do agressor, pois o mesmo é o atual presidente da OAB-AL, fato que choca ainda mais a advogada.

Adriana, além de advogada, é esportista de alto rendimento, precursora do Triathlon no Estado trazendo vários títulos internacionais. Questionamos aqui como pode uma pessoa taxada de louca e drogada fazer parte do quadro de advogados da OAB, sendo o ofensor atual presidente da instituição? Essa conduta não atenta apenas a moral da advogada, mas sim, a todas as mulheres de uma forma geral.

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