TÁ PROIBIDO! – Teste de resistência para os Partidos nas eleições 2020

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Com a proibição de coligação nas eleições proporcionais os partidos estão atônicos, pois faltam candidatos para ocupar as chapas proporcionais. Quem forma uma base mínima de candidatos atrai os demais e é aqui que reside a primeira armadilha, pois fazer o quociente partidário é tarefa possível para algumas frentes, entretanto dobrá-lo e triplicá-lo é tarefa que poucos vão cumprir.

Chamo atenção para os estrategistas que não é mais necessário se atingir o quociente para a garantia absoluta de disputar rodada a rodada. Tem que ser analisado o cenário global da realidade de cada município para a melhor definição da estratégia.

Cito como exemplo Maceió, onde teremos de 8 a 12 frentes e cujo quociente será em torno de 17 mil votos. O fato é que o partido que tiver a partir de 12.000 estará com chance real de conseguir uma vaga pela questão da maior sobra e se elegerá aquele mais votado neste cenário desde que tenha obtido pelo menos 10% do quociente ou seja 1.700 votos.

Assim em cada cidade deve-se analisar o conjunto das frentes para se definir a melhor estratégia para se obter sucesso eleitoral.

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